No cruzar das pernas alvas
Joelhos superpostos escondem
Um mundo velado, vermelho,
Veludo suado.
Para lá adentrar é preciso,
Jogada ao pé do ouvido,
Apenas certeira fagulha
Que desencadeie feixes jorrados
pela cintura.
Libertando hormônios,
abrindo sorrisos,
queimando bochechas,
molhando aberturas.
Hummm.... aqui e acolá observando uma boa cruzada de pernas? e imaginando versos tórridos?
ResponderExcluirGosto do seu estilo discreto e excitante.
Vê se não some, é mt bom ler suas postagens...
Professor, tão sublimimente te expressas que me pergunto se o que leio aqui são aulas de vida, ou se um conteúdo de uma matéria que tenho ctza q ainda vou precisar.
ResponderExcluirTe add nos meus favoritos, no meu novo blog,q logo sairá.... te espero lá! beijos!
Adorei seu blog!
ResponderExcluirEstarei por aqui mais e mais vezes!
Que delícia como você escreve...
"escondem
Um mundo velado, vermelho,
Veludo suado."
Gostei desta suave e sensual definição...
ADOREIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!
Um beijo e linda quarta-feira!
Bia
Alice, sumo não. Agora estou com o que os gregos mais buscavam: ócio. De sobra.
ResponderExcluirKaren, aulas de vida? Nada... rs. Tropeços de vida. Não que não se aprenda com eles...
Bia, você já conhecia! Rs. Só que meu nome era trabalho... e eu não pude me dedicar ao blog. Mas tô de volta.
Bonito poema!
ResponderExcluirAbraço!
Meu charuto com essa menina da foto... ahhh...
ResponderExcluirque engraçado... procurando uma informação sobre a chapada dos veadeiros no google acabei caindo aqui. fui me deixando levar pelos textos sem me dar conta de quem era o autor disso tudo. pois foi lendo este post que descobri o rafael, aquele cara que jantou comigo na pousada lua de são jorge, na chapada, há uns bons dois anos atrás!
ResponderExcluirseu submundo impublicável é ótimo.
Manu, esse nosso reencontro foi muito insólito, tal qual como nos conhecemos. Imagino como será o próximo!!!
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